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Política· 21 de junho de 2026· 1 min de leitura

Farol de Alexandria: Arqueólogos içam 22 blocos para reconstrução digital

Equipe recuperou peças gigantes da estrutura submersa por mais de 1.600 anos no Mar Mediterrâneo, no Egito.

Redação Giro BR
Farol de Alexandria: Arqueólogos içam 22 blocos para reconstrução digital

Arqueólogos içaram 22 blocos gigantes do fundo do Mar Mediterrâneo, no Egito, que faziam parte do Farol de Alexandria. As peças, que estavam submersas por mais de 1.600 anos, são cruciais para a reconstrução digital de uma das sete maravilhas do mundo antigo.

A operação de resgate envolveu a retirada de blocos que pesam dezenas de toneladas. Esta é uma etapa significativa para o estudo e a preservação de um dos monumentos mais emblemáticos da antiguidade, cuja estrutura original foi danificada por terremotos e acabou submersa.

O Farol de Alexandria, construído no século III a.C., foi uma das estruturas mais altas feitas pelo homem em sua época, servindo como um guia essencial para os navegantes que se aproximavam do porto da cidade egípcia. Sua grandiosidade e engenharia impressionaram por séculos.

A recuperação destas peças oferece aos pesquisadores a oportunidade de analisar em detalhes a arquitetura e os materiais utilizados na construção do farol. O objetivo é criar modelos digitais precisos que revelem como a maravilha se parecia em seu auge.

Na prática, a iniciativa permite que as futuras gerações compreendam melhor a engenhosidade dos antigos e a importância do farol para a navegação e o comércio da época. A reconstrução digital visa trazer à luz um patrimônio histórico que, de outra forma, permaneceria oculto nas profundezas do mar.

Com informações de O Antagonista.

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