Ibovespa sobe com alívio externo e expectativa para juros no Brasil e EUA
A bolsa brasileira registrou alta impulsionada pela redução das tensões no Oriente Médio e pela atenção voltada aos próximos rumos da política monetária.

O Ibovespa fechou em alta nesta sessão, refletindo um cenário de maior calmaria no mercado internacional e a cautela dos investidores em relação aos rumos das taxas de juros tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. A redução das apreensões geopolíticas no Oriente Médio aliviou a pressão sobre os ativos de risco globalmente.
No ambiente doméstico, o foco do mercado financeiro permanece voltado para os próximos passos do Banco Central na condução da taxa básica de juros, a Selic. A inflação e o controle do gasto público continuam sendo os principais termômetros monitorados pelos agentes econômicos na praça paulista.
Nos Estados Unidos, os dados recentes do mercado de trabalho e da atividade econômica ajudam a calibrar as apostas sobre o ritmo de corte ou manutenção dos juros pelo Federal Reserve. Qualquer sinalização vinda do banco central norte-americano reverbera imediatamente sobre a cotação do dólar e o fluxo de capital estrangeiro para o mercado brasileiro.
Analistas apontam que a volatilidade externa costuma ditar o ritmo dos negócios no curto prazo, mas a sustentabilidade da alta da bolsa depende de fundamentos internos sólidos. A responsabilidade fiscal e a previsibilidade regulamentar seguem como pilares essenciais para atrair investimentos produtivos.
Para o cidadão e para o setor produtivo, a oscilação do mercado acionário e das taxas de juros impacta diretamente o custo do crédito para empresas e famílias, além de influenciar o rendimento de diversas aplicações financeiras disponíveis no país.
Com informações de VEJA.
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