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Geral· 18 de junho de 2026· 1 min de leitura

Jaques Wagner nega relação com Banco Master após operação da PF

Senador afirma que contato com executivo do banco é 'praticamente zero' e PT defende sua inocência.

Redação Giro BR
Jaques Wagner nega relação com Banco Master após operação da PF

O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), afirmou nesta sexta-feira (14) que sua relação com o executivo Augusto Lima, do Banco Master, é "praticamente zero". A declaração surge após a Polícia Federal deflagrar uma operação que investiga supostos repasses de R$ 3,5 milhões ligados à instituição financeira.

Segundo informações apuradas, Wagner teria solicitado a Lima, na condição de 'investidor', que comprasse um apartamento para sua filha. O senador, no entanto, declarou que recompraria o imóvel posteriormente. Detalhes sobre a operação e a natureza exata das investigações não foram totalmente divulgados.

O Partido dos Trabalhadores (PT) manifestou apoio a Jaques Wagner, declarando total confiança em sua inocência diante das acusações. A legenda busca blindar o senador, que é uma figura importante na articulação política do governo federal no Congresso.

O Banco Master é investigado por supostas irregularidades financeiras. A operação da PF visa apurar a origem e o destino de valores que teriam sido movimentados de forma ilícita. A investigação busca esclarecer a participação de executivos e possíveis intermediários nas transações.

Jaques Wagner tem sido um dos principais articuladores do governo Lula no Senado, atuando na negociação de pautas importantes e na articulação com a base aliada. Sua posição como líder do governo o coloca no centro de discussões estratégicas e políticas.

A defesa de Wagner se baseia na inexistência de qualquer envolvimento direto ou indireto com as práticas investigadas. A cúpula do PT reforça que o senador sempre pautou sua vida pública pela ética e transparência.

O caso levanta questionamentos sobre a relação entre figuras políticas e o setor financeiro, especialmente em investigações que envolvem movimentações vultosas de dinheiro. A PF segue com as apurações para determinar a extensão das irregularidades.

Com informações de VEJA.

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