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MPF exige cotas raciais e sociais no Einstein para residência médica

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O Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação civil pública contra o Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, exigindo a implementação de um sistema de cotas em seus programas de residência médica.

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A ação, protocolada nesta segunda-feira, 8, pede que o hospital passe a reservar 30% das vagas para candidatos negros.

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Além da cota racial, o MPF solicita a reserva de 10% das vagas para pessoas com deficiência, 5% para indígenas, 5% para quilombolas e 5% para pessoas transexuais.

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O órgão pediu a abertura de editais complementares para o processo seletivo de 2026, visando a aplicação dessas medidas.

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A demanda do Ministério Público é fundamentada nos incentivos e parcerias públicas mantidos pela instituição, que segundo o MPF, justificam a aplicação de políticas de diversidade e inclusão nos processos seletivos.

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