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Geral· 30 de agosto de 2026· 1 min de leitura

Augusto Cury defende corte de ministérios e uso de IA no serviço

Escritor propõe substituição de servidores comissionados por inteligência artificial e criação de ministério focado no setor.

Por Rafael Barcelar· Editor· atualizado em 01 de setembro de 2026
Augusto Cury defende corte de ministérios e uso de IA no serviço

Durante participação em sabatina, o escritor Augusto Cury apresentou propostas para a administração pública que incluem o enxugamento da máquina estatal e a adoção de novas tecnologias. Entre as medidas citadas, o candidato sugeriu o corte de até dez ministérios, embora não tenha especificado quais pastas seriam eliminadas na reestruturação do governo.

A estratégia de Cury para otimizar os recursos públicos passa pela digitalização intensa dos processos administrativos. A proposta central consiste na substituição de servidores comissionados por ferramentas de inteligência artificial, medida que, segundo ele, reduziria custos operacionais para o contribuinte e traria maior eficiência ao atendimento estatal.

Inteligência artificial e segurança pública

Além da reconfiguração administrativa, o plano apresentado prevê a criação de um Ministério da Inteligência Artificial. A nova pasta coordenaria a integração tecnológica em diferentes setores do governo, centralizando as diretrizes para modernizar a prestação de serviços à população.

No campo da segurança pública, o candidato defendeu o emprego de drones para o monitoramento de áreas urbanas e o combate ao feminicídio. A tecnologia aérea atuaria em conjunto com um aplicativo de celular voltado para emitir alertas rápidos sobre situações de violência doméstica, buscando prevenir agressões antes que atinjam um grau letal.

Tributação e controle fiscal

Outro ponto abordado pelo escritor foi a taxação das apostas esportivas, conhecidas como bets. A medida fiscal sobre esse mercado servireia para captar recursos adicionais para o erário, impondo regras mais rígidas sobre uma atividade que movimenta bilhões de reais no país.

As propostas combinam a redução do peso do Estado na economia por meio do corte de pastas e o uso de inovação tecnológica para enxugar despesas com pessoal. A viabilidade dessas mudanças, contudo, esbarra na necessidade de articulação política com o Congresso Nacional e na superação de resistências corporativas no setor público.

Com informações de VEJA.

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