Paula Belmonte critica novas RAs e defende gestão fiscal
A parlamentar questionou a expansão das regiões administrativas do Distrito Federal durante sabatina e apontou falta de estrutura básica.

A criação de novas Regiões Administrativas no Distrito Federal recebeu críticas contundentes durante sabatina realizada na Rádio Metrópoles. A discussão colocou em pauta a eficiência do gasto público e a necessidade de priorizar a infraestrutura das unidades territoriais que já funcionam na capital do país.
Segundo o material apresentado no debate, a prioridade da gestão deveria ser a consolidação da máquina pública atual antes de expandir o aparato administrativo para novas áreas. A crítica aponta que a abertura de estruturas sem planejamento resulta em desperdício de recursos e ineficiência na entrega de serviços ao cidadão.
Muitas das unidades administrativas atuais operam sem sede própria, sem o maquinário necessário para a manutenção urbana e sem dotação orçamentária adequada para atender às demandas da população local. A expansão sem lastro financeiro compromete a responsabilidade fiscal.
O peso do gasto público
A cobrança por maior rigor na alocação dos recursos públicos reflete a preocupação com o uso do dinheiro do contribuinte. O argumento central é que a criação de novas estruturas gera custos fixos adicionais com cargos e manutenção, sem que haja garantia de melhoria no atendimento.
Para o setor produtivo e para a sociedade, o fortalecimento das estruturas já existentes representa um uso mais racional do orçamento. A eficiência administrativa depende de planejamento e capacidade de execução antes de qualquer anúncio político de divisão territorial.
O debate sobre a máquina pública no Distrito Federal segue aberto enquanto o governo local avalia novas medidas de zoneamento e gestão administrativa para os próximos meses.
Com informações de Metrópoles.
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