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Geral· 27 de agosto de 2026· 1 min de leitura

PF mira esquema que usava Correios para importar peças de fuzis

Operação cumpre mandados no Rio de Janeiro e em São Paulo para desarticular rede que abastecia o mercado clandestino de armas com produtos dos Estados Unidos.

Por Rafael Barcelar· Editor· atualizado em 31 de agosto de 2026
PF mira esquema que usava Correios para importar peças de fuzis

A Polícia Federal deflagrou uma operação para desarticular um esquema criminoso especializado na importação clandestina de peças para fuzis a partir dos Estados Unidos. Os investigados utilizavam os serviços dos Correios para enviar os componentes ao Brasil, driblando os controles aduaneiros tradicionais para abastecer o mercado ilegal de armamentos no país.

As ordens judiciais expedidas incluem dois mandados de prisão preventiva e três mandados de busca e apreensão. A ação policial concentra-se em endereços situados nos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo, locais apontados pela investigação como pontos de recepção e distribuição do material bélico.

Combate ao tráfico de armas

A utilização de serviços postais formais para o envio de partes de fuzis representa um desafio constante para os órgãos de segurança e fiscalização alfandegária. O esquema criminoso aproveitava o fluxo de encomendas para introduzir componentes sensíveis de armas de fogo no território nacional sem a devida autorização dos órgãos competentes.

As investigações prosseguem para identificar todos os envolvidos na rede de fornecimento internacional e os receptadores finais dos equipamentos no mercado clandestino brasileiro. A repressão a esse tipo de rota ilimitada visa sufocar a capacidade financeira e logística de facções e criminosos que dependem de armamento pesado.

Os suspeitos alvos dos mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão responderão pelos crimes relacionados ao tráfico internacional de armas e associação criminosa. As autoridades devem analisar o material apreendido para rastrear novas ramificações da rede nos dois estados onde a operação foi executada.

Com informações de VEJA.

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