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Geral· 29 de agosto de 2026· 1 min de leitura

TSE intima X a explicar filtro de candidaturas para 2026

Ministro estabelece prazo de vinte e quatro horas para a plataforma de rede social detalhar o funcionamento de sistema apontado pela campanha presidencial.

Por Rafael Barcelar· Editor· atualizado em 01 de setembro de 2026
TSE intima X a explicar filtro de candidaturas para 2026

O ministro André Mendonça, integrante do Tribunal Superior Eleitoral, determinou que a rede social X apresente esclarecimentos sobre o mecanismo de recomendação aplicado a perfis de candidatos com vistas ao pleito de 2026. A exigência judicial estipula o prazo improrrogável de vinte e quatro horas para o cumprimento da medida, que busca auditar os critérios tecnológicos utilizados pela empresa na entrega de conteúdos políticos.

A determinação do tribunal atende a uma representação formalizada pela campanha voltada à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A equipe jurídica do petista acionou a Corte Eleitoral sob a acusação de que a ferramenta digital estaria operando com distorções na entrega de visibilidade para postulantes a cargos eletivos.

Contestação de números

Conforme os argumentos apresentados ao TSE pelos advogados da campanha governista, o sistema de restrição de recomendações teria sido aplicado de maneira restrita a um grupo de seiscentos e sessenta e cinco perfis na plataforma.

Os representantes da chapa apontam que mais de mil e quinhentos candidatos teriam ficado excluídos do mecanismo de filtragem contestado. A defesa alegou que a divergência nos números geraria um desequilíbrio na exposição pública dos nomes durante a fase pré-eleitoral.

Próximos passos

Com a notificação oficial expedida pelo tribunal, a empresa responsável pela rede social precisa detalhar os algoritmos de recomendação e as diretrizes técnicas que regem a distribuição de material político aos usuários brasileiros.

A fiscalização rigorosa sobre as plataformas digitais ganhou tração nos órgãos de controle, impondo custos operacionais e exigências de compliance tecnológico para companhias de tecnologia que operam no país.

Com informações de Revista Oeste.

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