Zema critica atuação de tribunais e defende anistia para o 8 de Janeiro
Governador afirmou que o Judiciário atua mais na política do que na justiça e também declarou confiança nas urnas eletrônicas.

O governador de Minas Gerais declarou publicamente que os tribunais brasileiros exercem mais atividade política do que propriamente a justiça. A afirmação ocorreu durante entrevista em que o político tratou de temas centrais do debate institucional brasileiro atual.
Na mesma ocasião, o chefe do executivo mineiro manifestou apoio à concessão de anistia para os condenados pelos atos de vandalismo ocorridos em Brasília no dia 8 de janeiro. A medida é discutida no Congresso Nacional por parlamentares da oposição ao atual governo federal.
Posicionamento sobre as urnas
Apesar das críticas feitas à condução de processos judiciais, o governador pontuou que confia na segurança do sistema de votação eletrônica utilizado no país. A declaração busca demarcar uma posição sobre a lisura dos pleitos eleitorais realizados pela Justiça Eleitoral.
O debate sobre os limites de atuação entre os Poderes da República tem mobilizado o meio político nos últimos meses. Críticos de decisões recentes do Supremo Tribunal Federal apontam excessos na condução de inquéritos, enquanto defensores da Corte argumentam que as medidas foram necessárias para a preservação institucional.
A discussão sobre o perdão judicial aos envolvidos nos protestos radicais segue como um dos principais pontos de atrito legislativo. A tramitação de propostas de anistia enfrenta resistência de governistas, que classificam os atos como tentativa de ruptura democrática.
Na prática, o posicionamento reforça o alinhamento político do governador com pautas defendidas pelo setor conservador. A repercussão dessas declarações tende a influenciar as articulações para as próximas disputas eleitorais no cenário nacional.
Com informações de Poder360.
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