Polônia alerta sobre planos russos de ataques híbridos na Europa
O governo polonês afirmou que agências de inteligência identificaram risco de ofensivas com drones e mísseis contra países aliados da Ucrânia.
%2Fhttps%3A%2F%2Fi.s3.glbimg.com%2Fv1%2FAUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a%2Finternal_photos%2Fbs%2F2026%2FL%2FA%2FTuzBdXRzGOPQEGKFFrzw%2F2026-09-07t175537z-1203689693-rc2cena0lhua-rtrmadp-3-poland-military.jpg&w=1280&output=webp&q=80&we)
O primeiro-ministro da Polônia, Donald Tusk, declarou nesta quinta-feira (17) que a Rússia planeja executar ataques híbridos com drones e mísseis contra nações europeias que prestam apoio à Ucrânia. A advertência foi feita com base em relatórios obtidos por agências de inteligência do país.
Segundo o premiê polonês, as investidas planejadas por Moscou tendem a ser mascaradas como incidentes de natureza acidental. O objetivo estratégico da manobra seria paralisar ou ao menos enfraquecer a disposição dos membros da Otan de acionar os mecanismos de defesa coletiva previstos pela aliança militar.
Impacto na fronteira
Enquanto o alerta de segurança era emitido em Varsóvia, a infraestrutura ucraniana próxima ao território polonês voltou a sofrer impactos diretos. Forças russas realizaram um ataque contra um trem na Ucrânia, em uma região localizada nas imediações da fronteira com a Polônia.
A proximidade das operações militares russas com o território dos aliados ocidentais eleva o grau de tensão na região do Báltico e no flanco leste da Otan. Governos locais monitoram a movimentação de tropas e equipamentos para evitar escaladas descontroladas.
Repercussão estratégica
A estratégia de ataques híbridos desafia os protocolos tradicionais de resposta militar, exigindo maior integração entre os serviços de inteligência dos países ocidentais. A contenção de danos e a proteção de rotas logísticas tornaram-se prioridades para os vizinhos da Ucrânia.
Na prática, o governo polonês cobra maior prontidão militar e reforço nas defesas aéreas da aliança atlântica para dissuadir novas ações de Moscou na região.
Com informações de G1 Mundo.
Leia também

China e Rússia cobram fim de armas no espaço após aviso dos EUA
Pequim e Moscou reagem ao reconhecimento oficial de Washington sobre o posicionamento de armamentos em órbita.
Fonte: Folha de SP - Mundo
%2Fhttps%3A%2F%2Fi.s3.glbimg.com%2Fv1%2FAUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a%2Finternal_photos%2Fbs%2F2026%2Fe%2Fs%2FKFyLi2RfApnmfYAdX0hA%2F2026-09-18t085650z-104433441-rc2hlnapqvdv-rtrmadp-3-iran-crisis.jpg&w=640&output=webp&q=80&we)
Irã ameaça retaliar bases dos EUA sem limites se sofrer ataque
O comando militar do regime iraniano afirmou ter obtido indícios de novos bombardeios e prometeu resposta dura contra alvos norte-americanos.
Fonte: G1 Mundo
%2Fhttps%3A%2F%2Fi.s3.glbimg.com%2Fv1%2FAUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a%2Finternal_photos%2Fbs%2F2026%2F9%2FP%2FzJBcLrRnWj8hxVBMO7wA%2Fglobo-canal-5-20260918-2000-frame-107372.jpeg&w=640&output=webp&q=80&we)
EUA e Dinamarca fecham acordo de segurança para a Groenlândia
Governo dinamarquês demonstra otimismo cauteloso após acerto que coloca os Estados Unidos no comando militar da ilha ártica.
Fonte: G1 Mundo
O que é defesa civil e quando acionar em chuva forte
O que é defesa civil e quando acionar em chuva forte é um tema de interesse público que ajuda o leitor a entender melhor decisões, serviços e riscos do dia a dia no Brasil.
Fonte: Giro BR
Mais lidas
O Giro na sua caixa de entrada
Os guias novos do Giro BR, uma vez por semana. Sem spam.