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Geral· 10 de agosto de 2026· 1 min de leitura

Ataque com drones na Rússia atinge refinaria e deixa 13 mortos

Ofensiva ucraniana atinge instalação petrolífera a centenas de quilômetros da fronteira, enquanto Moscou responde com bombardeios intensos em Kherson e Kharkiv.

Por Rafael Barcelar· Editor
Ataque com drones na Rússia atinge refinaria e deixa 13 mortos

Um ataque com drones atribuído à Ucrânia atingiu uma refinaria de petróleo em Nizhnekamsk, na região do Tartaristão, a cerca de 800 quilômetros da fronteira e a aproximadamente 800 quilômetros de Moscou. A ofensiva resultou na morte de 13 pessoas, incluindo uma criança, e deixou outras 39 feridas. O incidente, ocorrido nesta segunda-feira, impactou tanto áreas civis quanto as instalações da Taneko, considerada uma das refinarias mais modernas da Rússia.

O episódio figura entre os maiores registros de vítimas civis em território russo nos últimos meses devido a investidas aéreas. O prefeito da localidade, Radmir Belyayev, confirmou os impactos e os danos causados pelas aeronaves não tripuladas. O alvo principal da Ucrânia tem sido a infraestrutura energética russa para tentar enfraquecer a capacidade logística e financeira de Moscou.

Como retaliação imediata, a Rússia respondeu com um bombardeio intenso em território ucraniano. As cidades de Kherson e Kharkiv foram os principais alvos da ofensiva russa, que resultou na morte de pelo menos seis pessoas, segundo os balanços divulgados pelas autoridades locais.

A escalada de ataques contra refinarias e centros logísticos a longas distâncias demonstra a ampliação do alcance tecnológico e tático das forças de Kiev no conflito. Ao mesmo tempo, a pressão sobre zonas civis e industriais eleva o custo humanitário e econômico para ambos os lados envolvidos.

A dinâmica recente do conflito armado evidencia que a infraestrutura crítica se tornou o centro das operações estratégicas de atrito. A continuidade dessas ações impacta diretamente o mercado internacional de combustíveis e amplia a volatilidade sobre a economia global, penalizando cadeias de suprimento e gerando incertezas para o setor produtivo.

Com informações de VEJA.

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