EUA trocam porta-aviões após 250 dias no mar e crise de saúde mental
Embarcação americana no Oriente Médio enfrentou escassez de suprimentos e relatos de tentativas de suicídio na tripulação.

Os Estados Unidos decidiram substituir o porta-aviões USS Abraham Lincoln, que acumula duzentos e cinquenta dias em operação no mar. A embarcação atua na região do Oriente Médio em meio às tensões geopolíticas envolvendo o Irã e vinha enfrentando desgaste operacional prolongado.
A decisão de efetuar a troca ocorreu após denúncias veiculadas pela imprensa americana e britânica sobre graves problemas de saúde mental entre os membros da tripulação. Relatos apontam que marinheiros tentaram pular no mar durante o período de confinamento prolongado.
Além do desgaste psicológico dos militares, a missão sofreu com falhas de infraestrutura e logística básica. Reportagens indicaram registros de falta de comida a bordo, comprometendo a sustentabilidade da permanência do navio na zona de conflito.
Para substituir o USS Lincoln, o governo americano determinou o envio do USS George Washington para a área. O novo navio assume a responsabilidade de manter a presença militar na região estratégica para os interesses de defesa dos Estados Unidos.
A manobra evidencia o custo humano e logístico das operações militares de longa duração no exterior. A substituição busca restabelecer as condições operacionais mínimas e a integridade da tropa em meio a um cenário externo de alta complexidade.
Com informações de Metrópoles.
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