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Geral· 14 de agosto de 2026· 1 min de leitura

Guerra comercial nao traz vantagens para o Brasil, defende a FIEMG

Industrial mineiros avaliam que o pais precisa fugir de retaliaçoes e apostar na diplomacia diante de novas barreiras alfandegarias.

Por Rafael Barcelar· Editor· atualizado em 20 de agosto de 2026
Guerra comercial nao traz vantagens para o Brasil, defende a FIEMG

A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais deixou claro que o Brasil deve passar longe de qualquer retaliação nas discussões sobre tarifas internacionais. Na visão dos industriais, comprar briga no cenário comercial não ajuda o crescimento interno e ainda compromete a força do setor produtivo.

O debate ganha força com o avanço de medidas protecionistas adotadas por governos estrangeiros. A prioridade defendida pelas entidades empresariais é manter a estabilidade das cadeias de suprimento e garantir que o fluxo de exportações não sofra interrupções, o que sustenta empregos e traz divisas fundamentais.

As leis brasileiras contam com ferramentas de defesa comercial para responder a danos provocados por restrições externas. O arcabouço normativo do país já havia sido acionado em 2025 para lidar com problemas parecidos no mercado internacional.

Apesar da existência desses instrumentos legais, a entidade aponta que o caminho mais sensato é o diálogo e a negociação diplomática. O confronto direto costuma trazer mais prejuízos do que soluções para os interesses da indústria nacional.

Analistas de comércio exterior reforçam que respostas duras geram inflação interna e encarecem a importação de insumos essenciais para fábricas locais. O resultado prático é a perda de margem de lucro e a queda na competitividade externa.

Acordos bilaterais e o acionamento de foros multilaterais, como a Organização Mundial do Comércio, seguem como as rotas preferidas pelo setor. O objetivo central é assegurar um ambiente de negócios previsível para atrair novos investimentos produtivos.

As conversas diplomáticas continuam nos próximos meses, com o setor industrial de olho nos desdobramentos das tarifas e cobrando cautela na condução da política externa para blindar a economia real.

Com informações de VEJA.

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