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Geral· 26 de julho de 2026· 1 min de leitura

Karen Bachini admite uso de inteligência artificial em clube de papelaria

Influenciadora vendeu ilustrações criadas por tecnologia como se fossem autorais em pacotes mensais de R$ 149.

Redação Giro BR
Karen Bachini admite uso de inteligência artificial em clube de papelaria

A influenciadora digital Karen Bachini admitiu publicamente que utilizou ferramentas de inteligência artificial para finalizar ilustrações comercializadas como trabalhos autorais em seu clube de assinatura de papelaria. O projeto comercial, batizado de Mail Club, foi lançado em junho com a promessa de entregar pacotes mensais contendo produtos personalizados aos assinantes pelo custo de R$ 149.

Durante a divulgação inicial da iniciativa, a criadora de conteúdo apresentou a proposta como uma experiência voltada ao scrapbooking. Na ocasião, ela afirmou enfaticamente aos seguidores que os itens incluíam desenhos produzidos por ela mesma, o que atraiu consumidores interessados em apoiar o seu processo criativo.

A controvérsia veio à tona após o envio dos primeiros lotes aos compradores. Clientes começaram a publicar vídeos nas redes sociais detalhando o material recebido, momento em que artistas visuais e internautas identificaram inconsistências visuais e traços típicos de softwares geradores de imagens.

Com a repercussão negativa e o questionamento público sobre a autenticidade das obras, a influenciadora voltou a se manifestar para confirmar o uso de recursos tecnológicos na etapa de finalização dos arquivos comercializados.

O caso gerou debate nas redes sociais sobre transparência comercial nas vendas diretas ao consumidor e a necessidade de clareza quando influenciadores utilizam novas tecnologias para baratear ou acelerar a produção de mercadorias oferecidas ao público.

Com informações de Revista Oeste.

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