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Geral· 13 de agosto de 2026· 1 min de leitura

Governo do DF e União retomam no STF acordo para destravar crédito do BRB

Representantes do Distrito Federal, da União e de grandes bancos se reúnem em tentativa de destravar empréstimo bilionário para o Banco de Brasília.

Por Rafael Barcelar· Editor
Governo do DF e União retomam no STF acordo para destravar crédito do BRB

Representantes do governo federal, do governo do Distrito Federal e dos maiores bancos do país se reúnem nesta quinta-feira em uma nova rodada de conciliação no Supremo Tribunal Federal para tentar destravar um empréstimo bilionário voltado para salvar o patrimônio do Banco de Brasília. A audiência foi solicitada pelo governo distrital, que detém o controle acionário da instituição financeira e figura como o tomador oficial da linha de crédito em negociação.

A governadora Celina Leão criticou recentemente a postura dos órgãos federais, apontando lentidão e inércia no andamento do processo que viabiliza o aval necessário. O empréstimo depende de garantias da União para sair do papel, o que tem gerado embates jurídicos e institucionais entre a administração local e a esfera federal.

Em entrevista recente, o presidente do banco, Nelson Antônio de Souza, afirmou que a situação fiscal do Distrito Federal passou por mudanças e que o governo federal possui condições de conceder o aval para destravar a operação financeira. Segundo a instituição, a garantia é vital para preservar a solidez patrimonial do banco público regional diante do cenário econômico atual.

O acordo em discussão foi originalmente homologado na mais alta Corte do país, mas permaneceu travado por impasses burocráticos e exigências de conformidade fiscal. As conversas desta quinta-feira buscam conciliar as exigências técnicas da Secretaria do Tesouro Nacional com a urgência financeira relatada pelos administradores do banco e pelo governo distrital.

A intervenção do Supremo ocorre justamente para mediar o conflito federativo e evitar prejuízos maiores à instituição financeira e ao erário local. A resolução do caso define se o Distrito Federal conseguirá o suporte financeiro pleiteado ou se precisará buscar alternativas de ajuste fiscal por conta própria.

Com informações de Metrópoles.

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