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Geral· 23 de agosto de 2026· 2 min de leitura

Pix sofre instabilidade geral e afeta grandes bancos no país

Sistema de pagamentos instantâneos apresentou falhas técnicas na manhã de domingo, paralisando transações em pelo menos oito instituições financeiras.

Por Rafael Barcelar· Editor
Pix sofre instabilidade geral e afeta grandes bancos no país

O sistema Pix registrou uma pane generalizada na manhã de domingo, 23, impedindo a realização de transferências e pagamentos para correntistas de diversos bancos em todo o território nacional. Os primeiros registros de falha começaram a ser mapeados por usuários e plataformas de monitoramento por volta das 6h30, gerando reclamações sobre operações travadas e lentidão nos aplicativos bancários.

A instabilidade atingiu simultaneamente clientes de grandes instituições financeiras e de bancos digitais. Entre os nomes afetados figuram a Caixa Econômica Federal, o Banco do Brasil, o Nubank, o Santander, o Itaú, o Banco Inter, o C6 Bank e o Bradesco, evidenciando uma falha que extrapolou a infraestrutura de uma única instituição.

Posicionamento das instituições

Diante das reclamações em massa, o Banco Central reconheceu oficialmente a ocorrência do problema técnico e informou que atuou para normalizar a situação. De acordo com a autoridade monetária, a operação do sistema de pagamentos instantâneos foi totalmente restabelecida por volta das 9h.

O Itaú Unibanco confirmou publicamente a falha sistêmica em seus canais de atendimento. O banco orientou os clientes afetados a verificarem o extrato da conta antes de tentarem realizar uma nova transação, com o objetivo de evitar cobranças em duplicidade ou novas tentativas frustradas enquanto a rede se estabilizava.

A interrupção repentina de um serviço digital essencial para a economia cotidiana expõe a vulnerabilidade da dependência de infraestruturas centralizadas para o fluxo de caixa de famílias e empresas. Com o Pix integrado ao comércio e aos pagamentos diários, qualquer paralisação momentânea causa transtornos imediatos ao setor produtivo e ao consumidor final.

Apesar do retorno dos serviços dentro de poucas horas, o episódio reabre o debate sobre a necessidade de redundância e robustez técnica nos sistemas de transferência. Cabe às instituições financeiras e ao Banco Central garantir a resiliência operacional para que o meio de pagamento mais utilizado pelo brasileiro mantenha sua confiabilidade e funcionamento contínuo.

Com informações de Revista Oeste.

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